Amazonino Mendes : o Negão chegou, pela reconstrução do Amazonas voto 12!

Amazonino Mendes: O governador do povo amazonense

16 de agosto de 2018 - Manaus (AM)

Amazonino Mendes é considerado como o político do interior do Amazonas

“Acabei a escravidão do remo com o uso da ‘rabeta’”. A frase repetida centenas de vezes pelo governador Amazonino Mendes justifica o porquê do fomento de milhares de motores de popa aos ribeirinhos e o olhar voltado para o interior do Estado, durante os mandatos como governador.

Nascido em um seringal, na margem do rio Eiru, em Eirunepé, “Negão” se orgulha de ter sido o primeiro gestor a fomentar as “rabetas”, nos governos passados, como no período do “Terceiro Ciclo”. A preocupação com o setor primário sempre o chamou a atenção.

Ele relembra que a ideia de distribuir motores nasceu quando presenciou o sacrifício de um morador, remando por horas dentro de uma canoa, na Calha do Juruá.

“Ainda não era governador, quando estava contemplando o belo rio Juruá, na beira de um barranco, quando avistei de longe um homem numa canoa. As horas se passaram e nada daquele homem se aproximar da margem. Remava incansavelmente em direção da comunidade, em que me encontrava. Depois de horas, o homem atracou a canoa e deu para ver que ele trazia uma mulher”, lembrou o governador, informando que desceu para ir de encontro ao homem que clamava por socorro.

“Percebi que a mulher estava grávida e ele perguntou onde estava o primeiro posto de saúde para levar a companheira em trabalho de parto. Ele me disse que remou por três dias do local, onde ele morava, até a primeira comunidade em busca de socorro. Infelizmente a mulher não resistiu e chegou sem vida”, completou.

Amazonino relembra que aquela cena, de um ribeirinho desgastado, sofrido e perdido em meio à Amazônia, o direcionou a governar para o interior do Estado. “Chamaram-me de populista, aproveitador, mas fui o primeiro a enxergar a dor de um caboclo, que com as mãos calejadas, era um escravo do remo. Com a ‘rabeta’, o caboclo encurtou as horas de viagem. Ele abandonou o remo e se deslocava com a canoa com mais facilidade. Eu entendo o sofrimento de um interiorano porque sou caboclo também, nascido em um seringal”, comentou.

Setor primário

Amazonino no segundo mandato lançou o programa “Terceiro Ciclo”, voltado para o setor primário. O projeto beneficiou diretamente 32 municípios e mais de 40 mil famílias. Além da distribuição de motores de popa, Amazonino Mendes abriu linhas de financiamento de crédito para os produtores rurais, distribuiu casas de farinha, geradores de energia e implementos agrícolas para o desenvolvimento na região.

Em 2018, o governador Amazonino recuperou o programa “Terra Produtiva”, com investimentos da ordem de mais de R$ 70 milhões, com o fomento de implementos agrícolas para todos os municípios.

“Nós criamos uma alternativa econômica para os municípios produzirem. O Amazonas tem a natureza rica. As cidades têm suas potencialidades econômicas. Nós incentivamos, encurtamos o tempo de viagem dos ribeirinhos com as ‘rabetas’. As cidades tinham plantação de arroz, feijão, hortaliças. Hoje não tem nada”, destacou.